{"id":4956,"date":"2018-05-28T16:26:54","date_gmt":"2018-05-28T19:26:54","guid":{"rendered":"https:\/\/blog.waycarbon.com\/?p=4956"},"modified":"2018-05-28T16:26:54","modified_gmt":"2018-05-28T19:26:54","slug":"compensacao-de-gee","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/waycarbon.com\/pt\/blog\/compensacao-de-gee\/","title":{"rendered":"Compensa\u00e7\u00e3o de GEE: tudo o que voc\u00ea precisa saber"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: justify\">Desde o final da d\u00e9cada de 1990, a pr\u00e1tica de compensa\u00e7\u00e3o de emiss\u00f5es de gases de efeito estufa (ou compensa\u00e7\u00e3o de GEE) vem ganhando for\u00e7a, chegando ao valor de 63 milh\u00f5es de toneladas de di\u00f3xido de carbono equivalente (CO<sub>2<\/sub>e) compensadas no ano de 2016, somente pelo mercado de carbono <a href=\"https:\/\/www.cbd.int\/financial\/2017docs\/carbonmarket2017.pdf\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer nofollow\">volunt\u00e1rio<\/a>.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">A compensa\u00e7\u00e3o de emiss\u00e3o \u00e9 o caminho natural de qualquer empresa ou governo engajado na luta contra o aquecimento global, o principal desafio ambiental da hist\u00f3ria da humanidade. Assim, as entidades investem inicialmente na gest\u00e3o de GEE, procurando mitigar as suas emiss\u00f5es da melhor forma poss\u00edvel. A partir da\u00ed, as empresas e governos procuram compensar, tamb\u00e9m, as emiss\u00f5es que n\u00e3o puderam evitar.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">A compensa\u00e7\u00e3o de emiss\u00e3o \u00e9 baseada no entendimento de que, como a Terra s\u00f3 possui uma atmosfera, n\u00e3o importa onde (geograficamente) se reduza a emiss\u00e3o de GEE, e sim que ela <u>realmente<\/u> aconte\u00e7a.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">O plantio de \u00e1rvores e a utiliza\u00e7\u00e3o de cr\u00e9ditos de carbono, provenientes do Mercado de Carbono Regulado ou Volunt\u00e1rio, s\u00e3o os dois principais modos de se compensar emiss\u00f5es. Contudo, enquanto o segundo m\u00e9todo possui grande base e seguran\u00e7a t\u00e9cnica, o primeiro \u00e9 alvo de muitas cr\u00edticas por especialistas.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Vamos compreender melhor os processos relacionados \u00e0 compensa\u00e7\u00e3o de emiss\u00e3o e por que essa pr\u00e1tica tem de ser t\u00e3o bem regulamentada? Continue lendo abaixo.<\/p>\n<blockquote>\n<p style=\"text-align: justify\">Para garantir a seguran\u00e7a das compensa\u00e7\u00f5es de emiss\u00f5es de GEE no Brasil, por meio da transpar\u00eancia do processo e de projetos de qualidade, foi criado em 2014 o Programa Amigo do Clima, coordenado pela WayCarbon. <a href=\"http:\/\/www.amigodoclima.com.br\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer nofollow\">Clique aqui<\/a> e saiba mais sobre o Programa.<\/p>\n<\/blockquote>\n<h2 style=\"text-align: justify\"><strong>Compensa\u00e7\u00e3o de GEE por plantio de \u00e1rvores: um risco<\/strong><\/h2>\n<p style=\"text-align: justify\">Existe no Brasil uma vis\u00e3o equivocada sobre a melhor forma de se compensar emiss\u00f5es de GEE. Muitas pessoas acreditam que a boa pr\u00e1tica, nesse sentido, se d\u00e1 por meio do plantio de \u00e1rvores, o que n\u00e3o \u00e9 verdade.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><strong>Mas, calma! Plantar \u00e1rvores est\u00e1 longe de ser algo ruim, pelo contr\u00e1rio!<\/strong> Essa atividade \u00e9 <u>fundamental<\/u> para a preserva\u00e7\u00e3o dos rios, da biodiversidade e do bem estar da popula\u00e7\u00e3o. Contudo, a compensa\u00e7\u00e3o de emiss\u00e3o pelo plantio de \u00e1rvores, al\u00e9m de n\u00e3o ser a op\u00e7\u00e3o mais barata, n\u00e3o \u00e9 a melhor alternativa do ponto de vista t\u00e9cnico da quest\u00e3o.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Inicialmente, \u00e9 importante ressaltar que s\u00e3o necess\u00e1rias cerca de 5 a 7 \u00e1rvores nativas em <em>cl\u00edmax<\/em> para obter uma tonelada de CO<sub>2<\/sub>. E essas \u00e1rvores levam, em m\u00e9dia, 20 anos para chegarem \u00e0 idade adulta.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Algumas empresas e ONG&#8217;s no pa\u00eds oferecem servi\u00e7os de plantio de \u00e1rvores para a compensa\u00e7\u00e3o de emiss\u00f5es de GEE, j\u00e1 considerando as \u00e1rvores no estado de <em>cl\u00edmax<\/em>. Mas a verdade \u00e9 que, nesse caso, a compensa\u00e7\u00e3o de emiss\u00e3o s\u00f3 estar\u00e1 realmente finalizada quando as mudas que foram plantadas chegarem \u00e0 idade adulta. Ou seja, paga-se caro por uma compensa\u00e7\u00e3o que, no m\u00e1ximo, se tornar\u00e1 efetiva por volta de vinte anos!<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Isso \u00e9&#8230; se tudo der certo! Afinal, muita coisa pode dar errado ao longo do processo: a muda pode n\u00e3o &#8220;vingar&#8221;, as \u00e1rvores podem sofrer corte ilegal, sucumbir a uma praga, pode haver um inc\u00eandio, etc. E, mesmo se nada der errado, a \u00fanica certeza que se tem \u00e9 que um dia a \u00e1rvore plantada morrer\u00e1&#8230; de modo natural ou n\u00e3o.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Com esse efeito, n\u00e3o h\u00e1 verdadeiramente uma compensa\u00e7\u00e3o de emiss\u00e3o pela fixa\u00e7\u00e3o da biomassa atrav\u00e9s da fotoss\u00edntese, mas sim uma posterga\u00e7\u00e3o de emiss\u00e3o. Portanto, as \u00e1rvores plantadas estocam temporariamente uma quantidade de carbono que ser\u00e1 emitida posteriormente, quando elas morrerem. Assim, a compensa\u00e7\u00e3o por plantio de \u00e1rvores \u00e9, no melhor dos melhores casos, uma compensa\u00e7\u00e3o tempor\u00e1ria.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Al\u00e9m disso, a grande maioria dos projetos de plantio de \u00e1rvores destinados ao mercado de compensa\u00e7\u00e3o de emiss\u00f5es de GEE n\u00e3o segue uma metodologia de quantifica\u00e7\u00e3o de carbono internacionalmente reconhecida. Poucos projetos tamb\u00e9m passam por monitoramento e verifica\u00e7\u00f5es externas anuais das informa\u00e7\u00f5es sobre as reais quantidades de CO<sub>2<\/sub>e que foram removidas da atmosfera. Ou seja, compra-se cr\u00e9ditos de carbono cuja garantia de veracidade da informa\u00e7\u00e3o \u00e9 dada exclusivamente pelo pr\u00f3prio vendedor dos cr\u00e9ditos. Algo no m\u00ednimo muito suspeito, certo?<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Ainda nessa linha de alto risco, quase nenhum projeto de plantio possui seu respectivo projeto de carbono registrado em alguma plataforma. Esse fato torna poss\u00edvel que um mesmo cr\u00e9dito de carbono possa ser vendido mais de uma vez, para diversos potenciais clientes.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Como conclus\u00e3o, \u00e9 poss\u00edvel resumir que, apesar do imagin\u00e1rio da figura da \u00e1rvore ser de grande apego popular (qui\u00e7\u00e1 a melhor representa\u00e7\u00e3o de um mundo sustent\u00e1vel!), a utiliza\u00e7\u00e3o do plantio de \u00e1rvores para compensa\u00e7\u00e3o de emiss\u00f5es de GEE \u00e9 <strong>arriscada, tempor\u00e1ria e cara.<\/strong><\/p>\n<h2 style=\"text-align: justify\"><strong>Os mercados de carbono<\/strong><\/h2>\n<p style=\"text-align: justify\">Na ECO92, na cidade do Rio de Janeiro, foi criada a Conven\u00e7\u00e3o Quadro das Na\u00e7\u00f5es Unidas para Mudan\u00e7as Clim\u00e1ticas (<a href=\"https:\/\/unfccc.int\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer nofollow\">UNFCCC<\/a>, em sua sigla em ingl\u00eas) pautada na chamada \u201cresponsabilidade hist\u00f3rica\u201d. Dentro desse conceito, todos os pa\u00edses possu\u00edam responsabilidades comuns de mitigar suas emiss\u00f5es, contudo, tais responsabilidades eram diferenciadas. Afinal, existem na\u00e7\u00f5es que, historicamente, emitem gases de efeito estufa em grandes quantidades h\u00e1 s\u00e9culos e outras na\u00e7\u00f5es que tiveram seus respectivos picos de desenvolvimento tardiamente.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Dando sequ\u00eancia \u00e0s Confer\u00eancias das Partes (<a href=\"https:\/\/blog.waycarbon.com\/noticias\/amigo-clima-compensa-emissoes-de-gee-na-cop-21\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">COP<\/a>) \u2013 evento em que todos os pa\u00edses da Conven\u00e7\u00e3o se re\u00fanem para discutirem as quest\u00f5es clim\u00e1ticas &#8211; o Protocolo de Quioto foi assinado em 1997, dividindo os pa\u00edses em:<\/p>\n<ol style=\"text-align: justify\">\n<li>pa\u00edses com metas de redu\u00e7\u00e3o dentro do Protocolo (pa\u00edses anexo I)<\/li>\n<li>demais pa\u00edses que n\u00e3o possu\u00edam metas de redu\u00e7\u00e3o (pa\u00edses n\u00e3o-anexo I).<\/li>\n<\/ol>\n<p style=\"text-align: justify\">O Brasil, apesar de grande emissor, ficou no grupo de pa\u00edses sem metas no Protocolo de Quioto, visto ter uma baixa responsabilidade hist\u00f3rica de emiss\u00f5es quando comparado com pa\u00edses que tiveram suas respectivas industrializa\u00e7\u00f5es s\u00e9culos antes.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Em outra COP, no ano de 2001, foi assinado o Acordo de <em>Marrakesh,<\/em> criando os Mecanismos de Flexibiliza\u00e7\u00e3o, entre eles o Mecanismo de Desenvolvimento Limpo (MLD). Esse \u00e9 o \u00fanico mecanismo entre os quais o Brasil pode participar dentro do mercado de carbono no \u00e2mbito do Protocolo de Quioto, o chamado Mercado Regulado. Atrav\u00e9s dele, projetos de mitiga\u00e7\u00e3o de emiss\u00f5es de GEE no pa\u00eds podem obter cr\u00e9ditos de carbono junto \u00e0 ONU e esses cr\u00e9ditos podem ser vendidos aos pa\u00edses Anexo I.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">O Protocolo de Quioto terminou sua ratifica\u00e7\u00e3o internacional somente em 2005, tornando-se v\u00e1lido em todo o mundo. Centenas de projetos foram desenvolvidos utilizando-se das mais diversas tecnologias de mitiga\u00e7\u00e3o, como, por exemplo, projetos de energia renov\u00e1vel. At\u00e9 mesmo projetos de carbono florestais foram desenvolvidos. Contudo, segundo as regras da UNFCCC, tais projetos geram cr\u00e9ditos tempor\u00e1rios, o que dificulta ou at\u00e9 mesmo inviabiliza a sua comercializa\u00e7\u00e3o, mesmo que possuam valores de mercado bem inferiores aos cr\u00e9ditos de car\u00e1ter permanente. Por esse motivo, dos 2.873 projetos MDL registrados na <a href=\"http:\/\/cdm.unfccc.int\/Statistics\/Public\/CDMinsights\/index.html\" rel=\"nofollow noopener\" target=\"_blank\">UNFCCC<\/a> at\u00e9 fevereiro de 2016, cerca de apenas uma dezena s\u00e3o projetos florestais.<\/p>\n<h2 style=\"text-align: justify\"><strong>Cr\u00e9ditos de carbono<\/strong><\/h2>\n<p style=\"text-align: justify\">Cabe ressaltar que, para se obter um cr\u00e9dito de carbono no MDL, que representa uma tonelada de CO<sub>2<\/sub>e e \u00e9 chamado de Redu\u00e7\u00e3o Certificada de Emiss\u00f5es (CER, em ingl\u00eas), um projeto de mitiga\u00e7\u00e3o necessita:<\/p>\n<ol style=\"text-align: justify\">\n<li>seguir uma metodologia previamente aprovada pela UNFCCC;<\/li>\n<li>Ser validado por uma terceira parte especialista na \u00e1rea\/setor (Entidade Operacional Designada \u2013 DOE, em ingl\u00eas);<\/li>\n<li>Obter a aprova\u00e7\u00e3o da Comiss\u00e3o Interministerial de Mudan\u00e7a Global do Clima (Autoridade Nacional Designada \u2013 DNA, em ingl\u00eas \u2013 constitu\u00edda no Brasil por 8 minist\u00e9rios, sendo liderada pelo Minist\u00e9rio de Ci\u00eancia, Tecnologia e Inova\u00e7\u00e3o);<\/li>\n<li>Ser registrado na UNFCCC;<\/li>\n<li>Ser verificado por DOE;<\/li>\n<li>Ter o cr\u00e9dito de carbono emitido pela ONU.<\/li>\n<\/ol>\n<p style=\"text-align: justify\">O desenvolvimento de um projeto MDL \u00e9, portanto, um longo processo! E esse processo \u00e9 necess\u00e1rio para assegurar <strong>a confiabilidade<\/strong> da redu\u00e7\u00e3o de emiss\u00e3o. Tais projetos seguem uma metodologia internacionalmente reconhecida, possuem um n\u00famero de registro e passam por uma verifica\u00e7\u00e3o externa.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Com a crise do mercado de carbono, a partir de 2012, e os baixos pre\u00e7os dos cr\u00e9ditos de carbono MDL, devido principalmente \u00e0 conjuntura econ\u00f4mica europeia, a UNFCCC passou a aceitar o cancelamento volunt\u00e1rio de cr\u00e9ditos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Assim, tornava-se poss\u00edvel n\u00e3o apenas a utiliza\u00e7\u00e3o dos cr\u00e9ditos MDL para alcan\u00e7ar as metas nacionais de redu\u00e7\u00e3o de emiss\u00f5es dos pa\u00edses Anexo I, mas tamb\u00e9m para a compensa\u00e7\u00e3o das emiss\u00f5es de qualquer indiv\u00edduo, empresa ou governo. Essa solu\u00e7\u00e3o da UNFCCC vinha ao encontro da inten\u00e7\u00e3o de maximizar os valores dos cr\u00e9ditos, j\u00e1 que existia um mercado de com\u00e9rcio de emiss\u00e3o forte e em crescimento fora da ONU, com valores mais atraentes.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Tal mercado n\u00e3o possu\u00eda os pa\u00edses como foco, mas principalmente as empresas que gostariam de fazer a sua parte no combate \u00e0s mudan\u00e7as clim\u00e1ticas. Como tais empresas n\u00e3o s\u00e3o obrigadas a compensarem as suas emiss\u00f5es, o mercado \u00e9 chamado de Mercado Volunt\u00e1rio.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Existem diversos tipos de padr\u00f5es de desenvolvimento de projetos volunt\u00e1rios como, por exemplo, VCS, The Gold Standard, CCX, CAR, ACR, etc. O VCS representou mais de 50% de todo o mercado volunt\u00e1rio em 2016.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Curiosamente, representando cerca de 20% de todos os projetos de carbono no \u00e2mbito do mercado volunt\u00e1rio est\u00e3o os projetos florestais. Contudo, n\u00e3o se tratam de projetos de plantio, mas principalmente de projetos de redu\u00e7\u00e3o do desmatamento e da degrada\u00e7\u00e3o (REDD). Nesses projetos h\u00e1 uma reserva t\u00e9cnica de floresta em cl\u00edmax que n\u00e3o \u00e9 comercializada, assegurando, portanto, o car\u00e1ter de cr\u00e9dito permanente, al\u00e9m de tamb\u00e9m passarem por verifica\u00e7\u00e3o e registro.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Projetos no mercado volunt\u00e1rio possuem um tr\u00e2mite similar, mas simplificado quando comparados ao MDL. H\u00e1 tamb\u00e9m a necessidade do desenvolvimento do projeto seguindo metodologias internacionalmente reconhecidas, processos de valida\u00e7\u00e3o e verifica\u00e7\u00e3o e registro. Contudo, tais projetos n\u00e3o passam por aprova\u00e7\u00e3o dos governos nacionais e nem da ONU.<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/www.amigodoclima.com.br\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer nofollow\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone size-full wp-image-5915\" src=\"https:\/\/blog.waycarbon.com\/wp-content\/uploads\/2018\/05\/Banner-Amigo-do-Clima.jpg\" alt=\"amigo do clima\" width=\"907\" height=\"177\" srcset=\"https:\/\/waycarbon.com\/pt\/wp-content\/uploads\/sites\/3\/2018\/05\/Banner-Amigo-do-Clima.jpg 907w, https:\/\/waycarbon.com\/pt\/wp-content\/uploads\/sites\/3\/2018\/05\/Banner-Amigo-do-Clima-300x59.jpg 300w, https:\/\/waycarbon.com\/pt\/wp-content\/uploads\/sites\/3\/2018\/05\/Banner-Amigo-do-Clima-768x150.jpg 768w\" sizes=\"auto, (max-width: 907px) 100vw, 907px\" \/><\/a><\/p>\n<h2 style=\"text-align: justify\"><strong>Amigo do Clima<\/strong><\/h2>\n<p style=\"text-align: justify\">Como j\u00e1 dissemos acima, o Programa Amigo do Clima \u00e9 uma iniciativa brasileira que visa a seguran\u00e7a das compensa\u00e7\u00f5es de emiss\u00f5es de GEE no \u00e2mbito nacional. O Programa foi criado em 2014 e \u00e9 coordenado pela WayCarbon, empresa com 12 anos de experi\u00eancia na \u00e1rea de sustentabilidade.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Por meio do Amigo do Clima, empresas, projetos, eventos e pessoas podem compensar as suas emiss\u00f5es de gases de efeito estufa. A plataforma do Programa garante a transpar\u00eancia do processo, listando as a\u00e7\u00f5es j\u00e1 desenvolvidas, os projetos apoiados e o montante de cr\u00e9ditos transacionados. \u00a0Al\u00e9m disso, o Amigo do Clima fornece para os seus clientes certificados de compensa\u00e7\u00e3o de emiss\u00f5es rastre\u00e1veis, j\u00e1 que todas as a\u00e7\u00f5es possuem um c\u00f3digo \u00fanico e intransfer\u00edvel.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Todas as iniciativas de redu\u00e7\u00e3o de emiss\u00f5es ligadas ao Amigo do Clima s\u00e3o brasileiras e possuem cr\u00e9ditos reconhecidos pela ONU ou pelo VCS.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Conhe\u00e7a o Programa e compense o seu impacto sobre o clima: www.amigodoclima.com.br<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Desde o final da d\u00e9cada de 1990, a pr\u00e1tica de compensa\u00e7\u00e3o de emiss\u00f5es de gases de efeito estufa (ou compensa\u00e7\u00e3o de GEE) vem ganhando for\u00e7a, chegando ao valor de 63 milh\u00f5es de toneladas de di\u00f3xido de carbono equivalente (CO2e) compensadas no ano de 2016, somente pelo mercado de carbono volunt\u00e1rio. 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