{"id":12306,"date":"2026-01-27T14:50:35","date_gmt":"2026-01-27T17:50:35","guid":{"rendered":"https:\/\/waycarbon.com\/pt\/?p=12306"},"modified":"2026-02-03T17:18:44","modified_gmt":"2026-02-03T20:18:44","slug":"principais-marcos-da-agenda-de-sustentabilidade-em-2026","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/waycarbon.com\/pt\/blog\/principais-marcos-da-agenda-de-sustentabilidade-em-2026\/","title":{"rendered":"Principais tend\u00eancias de sustentabilidade em 2026"},"content":{"rendered":"\n<p>Que a&nbsp;agenda de sustentabilidade&nbsp;corporativa&nbsp;\u00e9 um movimento que veio para ficar, n\u00e3o h\u00e1 d\u00favidas.&nbsp;Nos \u00faltimos anos, por\u00e9m,&nbsp;as iniciativas&nbsp;t\u00eam sofrido&nbsp;altera\u00e7\u00f5es importantes, mais voltadas para desacelera\u00e7\u00e3o do que impulsionamento. A Uni\u00e3o Europeia&nbsp;(UE),&nbsp;que por muitos anos tem&nbsp;sido protagonista nas a\u00e7\u00f5es de&nbsp;sustentabilidade, trouxe&nbsp;avan\u00e7os&nbsp;n\u00e3o s\u00f3 em termos de investimento e pol\u00edticas p\u00fablicas, mas tamb\u00e9m em regula\u00e7\u00f5es.&nbsp;Como consequ\u00eancia, outros pa\u00edses acompanharam&nbsp;o bloco europeu&nbsp;para n\u00e3o perder o mercado bilateral com&nbsp;esses&nbsp;pa\u00edses.&nbsp;&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Recentemente, por\u00e9m, a UE tem sofrido uma grande press\u00e3o por parte das empresas para&nbsp;a retra\u00e7\u00e3o da&nbsp;agenda regulat\u00f3ria. O pacote&nbsp;Omnibus,&nbsp;conjunto de a\u00e7\u00f5es para simplificar os relatos e regula\u00e7\u00f5es de sustentabilidade na Europa, foi lan\u00e7ado em 2025, excluindo a obrigatoriedade de algumas&nbsp;institui\u00e7\u00f5es&nbsp;para reportes como o CSRD (Diretiva de Relat\u00f3rios de Sustentabilidade Corporativa).&nbsp;&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Juntamente com o&nbsp;Omnibus, a diretiva&nbsp;(UE) 2025\/794,&nbsp;chamada de&nbsp;\u201cStop&nbsp;the&nbsp;clock\u201d ou \u201cPare o rel\u00f3gio\u201d, vem trazendo&nbsp;tamb\u00e9m um tempo maior para que as empresas se adequem aos padr\u00f5es que formam a Taxonomia Verde da Europa.&nbsp;Nos Estados Unidos,&nbsp;a&nbsp;elei\u00e7\u00e3o do Presidente Donald Trump trouxe uma vis\u00e3o menos r\u00edgida sobre regula\u00e7\u00f5es de sustentabilidade, movimento ilustrado pela sua sa\u00edda do Acordo de Paris em&nbsp;2025,&nbsp;por exemplo.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Mas isso n\u00e3o\u00a0significa que a agenda\u00a0perdeu for\u00e7a\u00a0no Brasil, onde a\u00a0pauta da sustentabilidade corporativa\u00a0ainda est\u00e1 amadurecendo e\u00a0as primeiras regula\u00e7\u00f5es est\u00e3o surgindo.\u00a0Os recentes afrouxamentos na Europa\u00a0n\u00e3o eximem empresas brasileiras de adotarem padr\u00f5es internacionais, seja por oportunidades de exporta\u00e7\u00e3o de bens e servi\u00e7os ou por acompanhamento das melhores pr\u00e1ticas de mercado.\u00a0Mais do\u00a0que\u00a0isso, a retra\u00e7\u00e3o das regula\u00e7\u00f5es no exterior\u00a0concede\u00a0\u00e0s empresas brasileiras o f\u00f4lego necess\u00e1rio para acompanharem as mudan\u00e7as na agenda de sustentabilidade em 2026.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Avan\u00e7os na&nbsp;sustentabilidade corporativa: Taxonomia&nbsp;Sustent\u00e1vel&nbsp;e SBCE&nbsp;<\/h2>\n\n\n\n<p>Para&nbsp;alinhar-se aos padr\u00f5es existentes&nbsp;fora do pa\u00eds e&nbsp;ampliar a&nbsp;pauta&nbsp;internamente, o&nbsp;Governo&nbsp;Brasileiro lan\u00e7ou,&nbsp;em 2025, a <a href=\"https:\/\/waycarbon.com\/pt\/blog\/taxonomia-sustentavel-brasileira-esta-prestes-a-ser-lancada\/\">Taxonomia Sustent\u00e1vel&nbsp;Brasileira (TSB)<\/a>, que&nbsp;orienta as empresas em como relatar, verificar e monitorar suas informa\u00e7\u00f5es de sustentabilidade.&nbsp;As empresas que adotarem, ainda que voluntariamente,&nbsp;a TSB, demonstrar\u00e3o&nbsp;confiabilidade para seus investidores e clientes, expandindo mercado e saindo na frente de seus concorrentes. Em 2026 e nos pr\u00f3ximos anos,&nbsp;a TSB deve ser foco das discuss\u00f5es e a expectativa \u00e9 que gere ampla ades\u00e3o por parte das empresas.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Outro instrumento importante \u00e9 o Sistema Brasileiro de Com\u00e9rcio de Emiss\u00f5es (SBCE),&nbsp;que estabelece o marco regulat\u00f3rio do mercado de carbono no pa\u00eds, a fim de reduzir as emiss\u00f5es e estimular o uso e investimento em tecnologias de baixo carbono.&nbsp;Esse&nbsp;sistema oferece para as empresas uma oportunidade de se posicionar estrategicamente na agenda de mitiga\u00e7\u00e3o clim\u00e1tica, al\u00e9m de gerar renda e novos neg\u00f3cios no futuro&nbsp;Mercado&nbsp;Regulado&nbsp;de&nbsp;Carbono.&nbsp;&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Protagonismo brasileiro: IFRS S1 e S2&nbsp;<\/h2>\n\n\n\n<p>Outra tend\u00eancia para os&nbsp;pr\u00f3ximos anos&nbsp;s\u00e3o os&nbsp;<a href=\"https:\/\/waycarbon.com\/pt\/blog\/em-5-pontos-por-que-o-ifrs-e-um-avanco-nos-reportes-em-sustentabilidade\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">padr\u00f5es de relato<\/a>&nbsp;de informa\u00e7\u00f5es de sustentabilidade publicados pela&nbsp;International&nbsp;Sustainability Standards Board&nbsp;(ISSB)&nbsp;em 2023: IFRS S1 e S2.&nbsp;As normas ser\u00e3o obrigat\u00f3rias no Brasil a partir da Resolu\u00e7\u00e3o 193 da Comiss\u00e3o de Valores Mobili\u00e1rios (CVM).&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Com isso,&nbsp;empresas&nbsp;brasileiras&nbsp;de capital aberto&nbsp;dever\u00e3o, a partir de&nbsp;2027, publicar um relat\u00f3rio que&nbsp;apresente&nbsp;informa\u00e7\u00f5es financeiras relacionadas \u00e0 sustentabilidade&nbsp;e mudan\u00e7a clim\u00e1tica, estruturadas em: i)&nbsp;Governan\u00e7a;&nbsp;ii) Estrat\u00e9gia;&nbsp;iii) Gest\u00e3o de Riscos; e&nbsp;iv) Metas e&nbsp;M\u00e9tricas.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>A&nbsp;nova regula\u00e7\u00e3o&nbsp;exigir\u00e1&nbsp;que as empresas identifiquem e apresentem&nbsp;riscos e oportunidades financeiramente relevantes para o neg\u00f3cio&nbsp;no \u00e2mbito da sustentabilidade.&nbsp;Dessa forma,&nbsp;elas passar\u00e3o&nbsp;a responder&nbsp;questionamentos&nbsp;levantados&nbsp;por diversos&nbsp;stakeholders, como investidores e&nbsp;credores,&nbsp;que&nbsp;buscam entender o impacto financeiro de aspectos clim\u00e1ticos e de sustentabilidade.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">O que isso muda na comunica\u00e7\u00e3o das empresas?&nbsp;<\/h2>\n\n\n\n<p>\u00c0&nbsp;primeira vista, o surgimento de mais um padr\u00e3o de relato de informa\u00e7\u00f5es de sustentabilidade&nbsp;gerou preocupa\u00e7\u00e3o.&nbsp;Para profissionais que passam grande parte do ano&nbsp;estruturando relat\u00f3rios e\/ou respondendo&nbsp;\u00e0&nbsp;question\u00e1rios&nbsp;para atender aos diversos padr\u00f5es&nbsp;j\u00e1&nbsp;existentes&nbsp;(GRI, IIRC, SASB,&nbsp;CDP, S&amp;P, ISE)&nbsp;surge&nbsp;o questionamento: \u201ccom&nbsp;os padr\u00f5es IFRS S1 e S2,&nbsp;posso deixar de participar do CDP ou de publicar um Relat\u00f3rio de Sustentabilidade?\u201d&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>A resposta \u00e9&nbsp;\u201cn\u00e3o\u201d.&nbsp;\u00c9 importante&nbsp;compreender que cada relato possui&nbsp;prop\u00f3sitos,&nbsp;n\u00edveis de detalhamento&nbsp;e stakeholders&nbsp;diferentes&nbsp;a serem alcan\u00e7ados.&nbsp;O CDP, por exemplo, possui foco em quest\u00f5es ambientais (mudan\u00e7a do clima, seguran\u00e7a h\u00eddrica e&nbsp;uso de comodities florestais),&nbsp;n\u00e3o abordando quest\u00f5es&nbsp;sociais como&nbsp;sa\u00fade e seguran\u00e7a, aspectos trabalhistas ou&nbsp;seguran\u00e7a da informa\u00e7\u00e3o.&nbsp;Por outro lado, os&nbsp;Relat\u00f3rios&nbsp;Anuais de&nbsp;Sustentabilidade&nbsp;continuam&nbsp;sendo o principal instrumento de&nbsp;transpar\u00eancia corporativa e&nbsp;\u201cpresta\u00e7\u00e3o&nbsp;de&nbsp;contas\u201d das&nbsp;empresas&nbsp;para a sociedade, uma vez que partem dos temas materiais para a defini\u00e7\u00e3o do conte\u00fado a ser apresentado.&nbsp;&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">O balan\u00e7o entre \u201ccobran\u00e7a\u201d e \u201cdesacelera\u00e7\u00e3o\u201d&nbsp;<\/h2>\n\n\n\n<p>A mudan\u00e7a regulat\u00f3ria proposta pelo Brasil&nbsp;\u00e9 bastante positiva quando se trata de avan\u00e7ar a maturidade da gest\u00e3o&nbsp;corporativa relacionada a esses aspectos.&nbsp;Apesar disso, temos acompanhado movimenta\u00e7\u00f5es que buscam&nbsp;<a href=\"https:\/\/valor.globo.com\/empresas\/noticia\/2025\/12\/22\/entidades-criticam-pedido-de-flexibilizao-nas-normas-de-sustentabilidade.ghtml\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener nofollow\">atrasar a&nbsp;aplica\u00e7\u00e3o da resolu\u00e7\u00e3o 193 da CVM<\/a>, em&nbsp;linha ao ocorrido na Uni\u00e3o Europeia, com o&nbsp;Omnibus.&nbsp;Ou seja, as&nbsp;empresas&nbsp;t\u00eam&nbsp;uma escolha&nbsp;cr\u00edtica sobre qual&nbsp;caminho&nbsp;seguir&nbsp;em 2026: i) tomar a frente&nbsp;e buscar se adiantar \u00e0 nova regula\u00e7\u00e3o, antecipando desafios e problemas;&nbsp;ii)&nbsp;aguardar&nbsp;eventuais adiamentos, observando a movimenta\u00e7\u00e3o do mercado e exemplos dos \u201c<em>early&nbsp;adopters<\/em>\u201d,&nbsp;arriscando&nbsp;uma exposi\u00e7\u00e3o a&nbsp;poss\u00edveis&nbsp;san\u00e7\u00f5es&nbsp;punitivas&nbsp;ou&nbsp;avalia\u00e7\u00f5es negativas por parte&nbsp;grupos de stakeholders.&nbsp;&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>O&nbsp;caminho para&nbsp;o cumprimento regulat\u00f3rio&nbsp;aos padr\u00f5es IFRS S1 e S2 \u00e9 complexo.&nbsp;De in\u00edcio, \u00e9&nbsp;necess\u00e1rio identificar os&nbsp;riscos e oportunidades&nbsp;financeiramente materiais,&nbsp;entender o seu impacto&nbsp;no planejamento financeiro (fluxo de caixa, CAPEX, OPEX),&nbsp;mapear a governan\u00e7a&nbsp;dos aspectos&nbsp;de sustentabilidade&nbsp;e como&nbsp;est\u00e3o&nbsp;integrados ao processo de gest\u00e3o de riscos corporativos,&nbsp;e&nbsp;definir indicadores&nbsp;de acompanhamento&nbsp;e metas.&nbsp;Apesar disso,&nbsp;\u00e9&nbsp;necess\u00e1rio que as empresas&nbsp;tomem a frente&nbsp;na identifica\u00e7\u00e3o e comunica\u00e7\u00e3o dessas informa\u00e7\u00f5es, evitando que&nbsp;sua aus\u00eancia seja interpretada como incerteza e risco,&nbsp;e se antecipando&nbsp;aos novos desafios que surgir\u00e3o&nbsp;ao longo desse processo.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Como a minha empresa pode se adequar?&nbsp;<\/h2>\n\n\n\n<p>A&nbsp;WayCarbon,&nbsp;como&nbsp;integrante da&nbsp;<a href=\"https:\/\/waycarbon.com\/pt\/blog\/o-que-representa-a-entrada-da-waycarbon-na-ifrs-sustainability-alliance\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">IFRS Sustainability Alliance<\/a>, oferece&nbsp;consultoria especializada&nbsp;para&nbsp;adequa\u00e7\u00e3o de empresas \u00e0s normas IFRS S1 e S2, al\u00e9m de&nbsp;cursos&nbsp;na tem\u00e1tica&nbsp;e capacita\u00e7\u00e3o&nbsp;<em>in&nbsp;company<\/em>. Os cursos incluem a compreens\u00e3o dos principais conceitos da norma IFRS S1, como aplic\u00e1-los no reporte de informa\u00e7\u00f5es financeiras relacionadas \u00e0 sustentabilidade, e a identifica\u00e7\u00e3o de riscos e oportunidades clim\u00e1ticas.&nbsp;A&nbsp;WayCarbon&nbsp;tamb\u00e9m fornece diagn\u00f3sticos de ader\u00eancia ao IFRS e suporte t\u00e9cnico para a elabora\u00e7\u00e3o de relat\u00f3rios de informa\u00e7\u00f5es financeiras relacionadas \u00e0 sustentabilidade.&nbsp;&nbsp;&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p><a href=\"https:\/\/waycarbon.com\/pt\/solucao\/transition\/sustentabilidade\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Conte com nossos especialistas<\/a>&nbsp;para apoiar sua empresa&nbsp;no avan\u00e7o de&nbsp;maturidade&nbsp;ESG e aderir \u00e0s normas IFRS e relatos de comunica\u00e7\u00e3o aos stakeholders.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Refer\u00eancias&nbsp;<\/h2>\n\n\n\n<p>Sistema Brasileiro de Com\u00e9rcio de Emiss\u00f5es.&nbsp;Lei n\u00ba 15.024\/2024. Dispon\u00edvel em:&nbsp;<a href=\"https:\/\/www.gov.br\/fazenda\/pt-br\/orgaos\/spe\/desenvolvimento-economico-sustentavel\/sistema-brasileiro-de-comercio-de-emissoes\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener nofollow\">https:\/\/www.gov.br\/fazenda\/pt-br\/orgaos\/spe\/desenvolvimento-economico-sustentavel\/sistema-brasileiro-de-comercio-de-emissoes<\/a>. Acesso em: 09\/01\/2026.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Entenda o que \u00e9 a taxonomia sustent\u00e1vel e por que \u00e9 uma das principais pautas do Brasil na COP30.&nbsp;Dispon\u00edvel em:&nbsp;<a href=\"https:\/\/cop30.br\/pt-br\/noticias-da-cop30\/entenda-o-que-e-a-taxonomia-sustentavel-e-por-que-e-uma-das-principais-pautas-do-brasil-na-cop30\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener nofollow\">https:\/\/cop30.br\/pt-br\/noticias-da-cop30\/entenda-o-que-e-a-taxonomia-sustentavel-e-por-que-e-uma-das-principais-pautas-do-brasil-na-cop30<\/a>. Acesso em: 09\/01\/2026.&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Que a&nbsp;agenda de sustentabilidade&nbsp;corporativa&nbsp;\u00e9 um movimento que veio para ficar, n\u00e3o h\u00e1 d\u00favidas.&nbsp;Nos \u00faltimos anos, por\u00e9m,&nbsp;as iniciativas&nbsp;t\u00eam sofrido&nbsp;altera\u00e7\u00f5es importantes, mais voltadas para desacelera\u00e7\u00e3o do que impulsionamento. 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